sexta-feira, 12 de junho de 2009

OS MELHORES CASOS DA UFOLOGIA BRASILEIRA

Os melhores casos da Ufologia Brasileira

Caso Araçariguama - SP - 1947 - Um pescador, ao chegar em casa, foi atingido por uma estranha luz e desmaiou. Ao ser levado para o hospital, a carne começou a se soltar de seu corpo, tornando os ossos expostos.

Barra da Tijuca - RJ - (fraude) - 07.05.1952 - Ed Keffel (fotógrafo), juntamente com João Martins (repórter), ambos funcionários da extinta revista "O Cruzeiro", viram e fotografaram (5 fotos) um disco voador. Mais tarde descobriram ser um modelo fotografado com dupla exposição.

Coronel João Adil de Oliveira - RJ - 02.11.1954 - Reuniu as Forças Armadas na Escola Superior de Guerra, juntamente com a imprensa, e falaram abertamente sobre os discos voadores. Alguns pilotos da Aeronáutica deram o seu depoimento.

Ubatuba - SP - 14.09.1957 - Uma pequena sonda veio do mar e explodiu na praia das Toninhas. Pescadores pegaram alguns pedaços e enviaram para o colunista Ibrahim Sued, o qual encaminhou para o Dr. Olavo Fontes para análises, constatando ser magnésio em altíssimo grau de pureza.

Antônio Villas Boas - MG - 16.10.1957 - Na pequena cidade de São Francisco de Sales, o agricultor foi abduzido por um disco voador e teve relações sexuais com uma mulher de origem desconhecida.

Fortaleza de - SP - 04.11.1957 - Dois sentinelas do Exército foram atingidos por um raio de luz, de um disco voador que veio do Oceano Atlântico. Tiveram queimaduras de 1o, 2o e 3o graus, por debaixo da roupa. As partes externas, como mãos e rosto, não sofreram queimaduras.

Ilha da Trindade - ES - 16.01.1958 - Almiro Baraúna, na presença de 50 marinheiros, à bordo do navio Almirante Saldanha, viu e fotografou, por quatro vezes, um disco voador com mais de 20 metros de diâmetro. As fotos foram liberado pela Marinha Brasileira, com o aval do Presidente Juscelino Kubtschek. Houve interferência eletromagnética nas instalações elétricas do navio.

Praia do Piatã - Amaralina - BA - 24.04.1959. Hélio Aguiar viu um disco voador e fez 4 fotos. Recebeu uma mensagem para pararem com as experiências atômicas.

Geraldo Simão Bichara - Três Corações - MG - 26.08.1962 - Sentinela é abduzido dentro da ESA - Escola de Sargentos das Armas do Exército Brasileiro.

Bairro Sagrada Família - Belo Horizonte - MG - 28.08.1963 - Uma pequena nave transparente pairou a alguns metros do solo, projetou um cone de luz e desceu um ser ciclope. Um garoto tentou jogar um tijolo no ser e foi paralisado por um jato de luz que saiu do peito da estranha criatura.

Máscaras de Chumbo - Morro do Vintém - Niterói - RJ - 18.08.1966. Dois radiotécnicos (Manoel e Miguel) subiram o morro para uma experiência desconhecida e depois apareceram mortos. Testemunhas viram uma nave no alto do morro. Até hoje, a polícia não sabe do que eles morreram.

Inácio e Maria - Crixás - GO - 13.08.1967 - Inácio deu um tiro na testa de um estranho ser, ao mesmo tempo em que levou um tiro de luz verde no ombro esquerdo. Os seres recolheram o que estava baleado, entraram no disco voador e desapareceram em alta velocidade. Inácio morreu 59 dias depois com leucemia

Maria José Cintra - Lins - SP - 25.08.1968 - Na porta do hospital, ela serviu água a uma estranha criatura, a qual depois entrou em um disco voador e foi embora.

Toríbio Pereira - Lins - SP - 02.10.1968 - Um tratorista foi abduzido por um disco voador. O ser se reproduzia através de um líquido retirado da coxa.

Tiago Machado - Pirassununga - SP - 06.02.1969 - Tiago recebeu um jato de luz na perna após se aproximar de um disco voador. O caso foi investigado pela AFA (Academia da Força Aérea).

Onílson Pátero - Catanduva - SP - 1973 e 1974 - Por duas vezes ele foi abduzido, e na última foi abandonado em Colatina - ES. Ficou ausente 5 dias e a família pensou que ele tinha sido assassinado.

Antônio Alves Ferreira - São Luís - MA - 05.01.1975 - Afirma que foi abduzido por onze vezes. Gravou uma estranha voz.

Hermínio e Bianca - Matias Barbosa - MG - 12.01.1976 - O casal foi abduzido e mantiveram contato telepático com um ser que se identificou como Karran. O religioso Hermínio tentou exorcizar o Karran sem sucesso. Saiba mais sobre o caso clicando aqui!

Caso Aricanduva - São Paulo - SP - 23.06.1976 - O jovem Paulo Coutinho foi para a escola, à noite, e só retornou no dia seguinte. Contou que foi abduzido por um disco voador tripulado por pequenos seres (Tipo Alfa). Passou 24 horas no interior da nave.

Operação Prato - Ilha de Colares - PA - 1977 - Comandada pelo Coronel Uyrangê Hollanda, a Aeronáutica manteve uma equipe no local para desvendar o mistério do fenômeno chupa-chupa.

Caso Baependi - Baependi - MG - 15.05.1979 - Arlindo Gabriel dos Santos saiu para caçar quando viu três objetos, sendo uma nave e provavelmente duas sondas. A nave fez um ruído estranho. Arlindo foi paralisado por uma espécie de relâmpago, e foi levado por dois seres para o interior da nave. Arlindo bateu quatro fotos dos objetos.

Antônio Carlos Ferreira - Mirassol - SP - 28.06.1979 - Foi abduzido e teve relações sexuais com uma estranha mulher.

Caso de Ponta Negra - Niterói - RJ - 15.10.1979. A professora Luli Oswald, juntamente com o garoto F. G., foram abduzidos. O seres eram bípedes, nojentos e tinham a cara parecida com ratos. Sob hipnose, Luli disse que a experiência foi repugnante.

Gerson Maciel de Brito - Vários Estados - 08.02.1982 - Comandante da Varig, Vôo 169, durante 1,5 horas, foi seguido por uma estranha aeronave, a qual foi detectada pelo CINDACTA 1.

João Valério da Silva - Botucatu - SP - 29.11.1982.

Ufologia

Ufologia, ou "ovnilogia", é o termo que se utiliza para definir a pesquisa e coleta de dados sobre o fenômeno conhecido como "Objeto Voador Não Identificado" (OVNI, em português, ou UFO - Unidentified Flying Object -, em inglês). Estuda os Fenômenos aéreos desconhecidos, bem como suas consequências diretas e indiretas, tais como impacto sobre as testemunhas, alterações comportamentais resultantes, ufo-cultos, etc.

Marte já foi azul...

Os primeiros sinais de vida em Marte foram detectados em 1996, num meteorito marciano que caiu na Antártida. Não ele não trazia homenzinhos verdes fossilizados. Mas continha cristais de magnetita parecidos com os produzidos por bactérias terrestres. Em janeiro de 2001 os cientistas comprovaram que a magnetita tem origem exclusivamente orgânica. Uma das imagens mais intrigantes recolhidas pela sonda Mars Global Surveyor é a de sulcos, idênticos a de um rio seco. Eles aparecem nas encostas e escorrem pela montanha. Uma das teses de Nasa sustenta que haja água líquida em uma camada subterrânea de Marte. Em certos pontos onde essa camada está exposta, a água brotaria na superfície num jato rápido demais para congelar e formaria sulcos.Ao detectar rochas magnetizadas na superfície do planeta no final do ano passado, a sonda comprovou que Marte já teve um campo magnético como o da Terra. Esse campo serve de escudo para a atmosfera, protegendo-a da radiação solar. Isso indica que a atmosfera marciana pode Ter sido densa como a terrestre, condição para a vida. É sabido que Marte teve uma intensa atividade vulcânica no seu primeiro bilhão de anos. Agora os cientistas descobriram redes de canais ao redor de vulcões e bacias sedimentares enormes parecidas com antigos oceanos. A combinação de calor e água líquida gerou a vida na Terra. O mesmo pode Ter acontecido no planeta vermelho.

Debate sobre a existência de vida inteligente

Veja os argumentos de alguns especialistas que são contra e outros que são a favor da idéia de vida no cosmo.


Galáxias Estéreis

Sustentam que apenas as galáxias espirais, parecidas com a Via Láctea, poderiam ter planetas que com condições de abrigar seres complexos, têm elementos vitais como oxigênio, ferro ou carbono. Esses não existem em galáxias anãs e as que estão em colisão são violentas demais. Sobram as espirais cerca de 20% do total.

Estrelas de sobra

Muitos cientistas alegam que o número de galáxias é imenso – em torno de 100 bilhões, segundo as estimativas. Assim, mesmo se apenas um quinto delas – 20 bilhões - tiverem condições propícias deve haver uma grande quantidade de planetas habitados por aí.



Limite estreito

Dentro das galáxias espirais, só uma faixa relativamente estreita de astros teria condições semelhantes às que o Sol oferece ao desenvolvimento de criaturas complexas. No centro da galáxia há tantas estrelas que sua luz torraria os possíveis ETs. Na borda, a pobreza de elementos químicos dificultaria a evolução.





Bastam 5% dos astros

Mas o planetologista James Kasting diz que diversos tipos de astros, não só os semelhantes ao Sol não é pequena, pois ela pode superar a marca dos 20 bilhões, segundo as estimativas aceitas.





Ajuda extra

Não basta só a estrela ser adequada, A terra é protegida pelo planeta Júpiter: por Ter uma massa elevada, ele atrai cometas e asteróides que poderiam cair aqui e extinguir outras espécies. A lua ao girar em torno da Terra, lhe dá estabilidade. Assim, nosso planeta não balança instavelmente, o que abalaria toda a sua biologia.



Biologia resistente

Não está claro se a Biologia precisa de proteção espacial para se desenvolver. De fato, a Terra já foi bombardeada em diversas ocasiões, ao longo de sua história. A despeito de diversos episódios de extinção em massa, a evolução não deixou de avançar na superfície. Para isso bastar vermos que a extinção dos dinossauros devido a queda de um asteróide gigante, levou ao florescimento dos mamíferos, que tinham o cérebro mais que seus antecessores.

Subsolo privilegiado

O interior do nosso planeta, por ser quente, move os continentes, gerando vulcões e terremotos. Este processo recicla, na medida certa, elementos químicos essenciais à irrupção biológica. Dificilmente haverá condições geológicas em outro mundo.

Calor interno

Geologia ativa não é exclusividade da Terra. A Astronomia mostra que só corpos celestes pequenos como as luas perdem a energia produzidas durante a sua formação e carecem de substâncias radioativas para gerar calor interno. No Sistema Solar, além da Terra, Vênus e Marte também tiveram movimentos geológicos no passado.

Texto retirado da revista Superinteressante, ano 14, nº 4, Abril 2000, Paulo Nilson.